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sábado, 24 de outubro de 2009

Compactos Diversos

Bom dia a todos! Inicialmente eu gostaria de explicar a situação de duas postagens que fiz nas últimas semanas. Me refiro aos discos de Orlando Silva e Francisco Alves pela Collector's Editora. Recebi uma solicitação desta editora pedindo para retirar os links dos dois discos. Eu até então não sabia que os referidos discos ainda se encontram em catálogo. Os discos ainda estão em catálogo e podem ser adquiridos através do site da Collector's. Foi uma surpresa saber disso, inclusive porque eu tenho interesse em completar a minha coleção. Os arquivos digitalizados são uma mão na roda, mas nada substitui ao fetiche do objeto disco de vinil. Vou logo comprar os que faltam em minha coleção e aconselho a todos que façam o mesmo. Sei que muitos irão dizer a vitrola já não faz mais parte de suas vidas e que o melhor mesmo é o mp3 ou semelhante. Para esses, eu aconselho também entrar no site ou enviar um e-mail aos donos da editora. Acredito que eles, além dos discos, devem estar vendendo as gravações digitalizada como fazem as gravadoras atualmente. Os preços não devem ser uma coisa muito absurda, mesmo considerando se tratar de um material tão precioso. Diante a tudo isso, não faz sentido e eu nem quero manter as tais postagens com links. Peço publicamente desculpas ao Ricardo Manzo, responsável pela Collector's Editora, pelo inconveniente e só espero que esse fato tenha também um lado positivo, despertando a atenção e o interesse das pessoas pelo trabalho de resgate musical da editora. Para compensar, em breve teremos uma outra série, tão rara e interessante quanto a da Collector's Editora.
Hoje estamos chegando ao final de nossa mostra de compactos. Sei que muita gente tem gostado e eu também, mas o Toque Musical não fica só numa faixa. Há tempos venho recebendo e-mails da moçada mais jovem e roqueira pedindo a vez. Tá na hora de virar o disco. Assim, na próxima semana, a temática vai ser o rock'n'roll ou coisa parecida.
Vamos seguindo em frente com mais seis compactos raros, todos da primeira geração dos disquinhos lançados no Brasil. Temos aqui um Altamiro Carrilho e Sua Bandinha, interpretando um repertório com clássico de toda banda típica de coretos, tradição que hoje em dia só comum em cidades do interior. Seguindo, temos um compacto do selo Cantagalo trazendo uma marchinha carnavalesca, cantada por Alventino Cavalcante e um samba também carnavalesco na voz de Luizito. Eu não conheço esses artistas, mas achei o disco interessante :) Temos em outro disco a presença de Gilberto Alves interpretando o pioneiro Donga (e mais), num momento raro. Para dançar, seguimos com Paulinho e seu conjunto num quase 'pot-pourri' dançante com três temas de sucesso de cada lado. Uma autêntica dupla de música sertaneja, Torres e Florencio, em um raro compacto lançado pela Chantecler, possivelmente no final dos anos 50. Finalizando, vamos com o Trio Surdina, ainda com Fafá Lemos, interpretando quatro clássicos do mestre Ary Barroso pelo selo Musidisc. Uma maravilha. Momentos raros que não voltam mais ;)

Altamiro Carrilho e Sua Bandinha
saudades de matão
saudades de ouro preto
saudades de pádua
última inspiração
+
Alventino Calvalcante
casamento bossa nova
Luizito
amor, porque me faz sofrer
+
Gilberto Alves
pelo telefone
saudades de tatuí
+
Paulinho e Seu Conjunto
samba de teleco-teco
lobo bobo
a felicidade
petite fleur
quem é
tom thumb's tune
+
Torres & Florencio
campo grande
cavalo zaino
moda da mula preta
pingo d'agua
+
Trio Surdina
rio de janeiro
bahia (na baixa do sapateiro)
aquarela do brasil
risque


quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Juca Chaves, Moreira Da Silva, Mauro Celso, Os Araganos, Raul Gil, Trio Esperança - Compactos!

Na sequência da nossa 'dobradinha', alternando entre compactos e long plays, vamos até domingo nesse ritmo variado. Para a próxima semana estou programando uma mostra de rock. As vezes é preciso ir de um extremo ao outro para que as pessoas percebam que o Toque Musical é um blog eclético. Rola de tudo e para todos, com exceção apenas aos novos lançamentos comerciais e algumas coisas que nem ouvindo com outros olhos se pode levar fé. Axé! Salve, salve!
Temos para hoje mais uma boa leva de compactos. Procurei desta vez concentrar músicas e artistas com algo em comum, o humor e a descontração. Começamos pelo Juca Chaves e o seu tão aguardado "Lé com lé, cré com cré". Finalmente chegou a sua vez! Essa música é realmente muito legal e acredito que não tenha sido lançada em lp, somente em compacto. Seguimos com a malandragem do Moreira da Silva com seu grande sucesso "Morenguera contra 007" de Miguel Gustavo e "O analfabeto", música que eu não me lembro de tê-la visto e ouvido em algum de seus lps. Outra curiosidade é o Mauro Celso, lembram dele? Aquele do "Farofa-fá" e de alguns outros sucessos populares. Esta música não poderia faltar em nosso blog (para desespero do Walter Franco). Mais um interessante e raro, o conjunto vocal e instrumental do Rio Grande do Sul, que fez sucesso nos anos 60, Os Araganos. Especializados em temas do cancioneiro gaúcho. Aqui eles interpretam as divertidas "Pára Pedro" e "Mexericos de vovó". Tem que ouvir... Na mesma linha segue o Raul Gil, aquele apresentador de programas de calouros, do microfone dourado, também cantando o "Pára Pedro" e duas do Volta Seca, "Acorda Maria Bonita" e "Se eu soubesse". Encerramos com "A festa do Bolinha", sucesso nas vozes do Trio Esperança. Uma boa seleção musical, não é mesmo? Então, manda ver... e ouvir ;)

Juca Chaves
lé com lé, cré com cré
romina
+
Mauro Celso
farofa-fá
coceira
+
Moreira da Silva
morenguera contra 007
o analfabeto
+
Os Araganos
mexericos de vovó
pára pedro
+
Raul Gil
pára pedro
acorda maria bonita
se eu soubesse
+
Trio Esperança
a festa do bolinha
não me abandone (downtown)


sábado, 17 de outubro de 2009

Compactos De Cantoras II

Amigos cultos e ocultos, seguimos ainda no fim de semana com os compactos. Como eu havia mencionado, na próxima semana ainda teremos mais disquinhos, mas desta vez farei de maneira alternada, quer dizer, um dia Long Play, no outro Compacto, ok?
Bom, hoje, como se pode ver logo acima, teremos as cantoras: Brigite, Clara Nunes, Claudia e Marisa. Quatro grande vozes e intérpretes da música popular brasileira das décadas de 60 e 70.
Começamos por Irene Andrade, cujo o nome artístico era Brigite. Cantora pouco lembrada, dona de uma voz forte e impostada, ficou mais conhecida por participações na Jovem Guarda. Ela ganhou este nome pela semelhança com a atriz francesa Brigitte Bardot. Mas neste compacto, seu primeiro disco, não tem nada a ver com a turma do Roberto Carlos. Aqui ela canta "Viola Enluarada" de Marcos e Paulo Sergio Valle e "Nosso amor é bem melhor" de Léo e Gilberto Karan. Começou bem a moça, mas depois de alguns outros compactos na linha romântica, sumiu do mapa. É muito difícil achar informações sobre ela. Os discos, nem se fala...
A segunda cantora é Clara Nunes. Esta dispensa apresentações. Neste compacto duplo, lançado em 1968, ela ainda não era aquela intérprete do gênero que a consagrou. Aqui temos Clara cantando versões de temas famosos internacionais feitas por Geraldo Figueiredo. Das quatro faixas destaco "Sozinha" uma versão adaptada da Suite nº3 de Bach, muito bonita.
Seguindo, vamos com Cláudia num compacto de 1971 trazendo "Mudei de ideia", de Antonio Carlos e Jocafi. Do outro lado ela interpreta dos irmãos Valle, "Minha voz virá do sol da América", uma gravação que, me parece, não chegou a ser lançada em nenhum dos seus lps. Raridade!
Finalmente chegamos em Marisa, outra grande cantora em um dos seus melhores momentos. Neste disquinho ela canta o sucesso "Viagem" de João de Aquino e Paulo Cesar Pinheiro. Do outro lado vai "Samba do Estácio", composição de Cesar Costa Filho com Jair Amorim. Também muito bom! Vamos conferir?

Brigite
viola enluarada
nosso amor é bem melhor
+
Clara Nunes
mamãe
sozinha
o amor é azul
adeus a noite
+
Claudia
minha voz virá do sol da américa
mudei de ideia
+
Marisa
viagem
samba do estácio


sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Compactos Independentes

Olá amigos cultos e ocultos! Dando sequência às nossas postagens de compactos, vamos hoje nas edições independentes. Seguindo a política do "lugar onde se escuta música com outros olhos" fiz aqui uma salada mista bastante curiosa. Não vamos levar em conta a qualidade artística dos trabalhos ou gostos pessoais. A ideia é mesmo ver e ouvir esses fonogramas com outros olhos. Tenho aqui quatro compactos distintos, com artistas que nada tem a ver um com outro em estilos ou gêneros, mas no conjunto formam uma curiosa experiência musical.
Inicio com um disquinho da Família Castro Teixeira, um grupo católico do Padre Nereu, sacerdote da diocese da cidade de Oliveira (MG). Trata-se de um trabalho bem amador, mas as músicas trazem uma mensagem fraternal bacana. Consta como destaque "Berimbau" de Vinícius e Baden Powell. Para que coleciona versões dessa música, como eu, esta é mais uma e rara!
Outro disco curioso é o Dilúvio. Composições de Danilo Horta na voz de Freddy, cantor da noite em Belo Horizonte nos anos 70. Danilo Horta, pelo que tudo indica tem um parentesco com o mago das cordas, Toninho Horta. Isto é bem evidente ao lermos a ficha técnica. Participam desta produção os músicos mineiros, Célio Balona, Geraldinho Lima, Fernando Boca, Laércio Villar, Nenem e (claro!) Toninho Horta. Não sei a data de lançamento deste compacto, mas imagino que seja do final dos anos 60. Coisa rara!
Temos também outro mineiro, o cantor, compositor e ator Maurício Tizumba em seu primeiro trabalho fonográfico. Imagino que nem ele tenha mais este disco. Bacaninha :)
Para finalizar, vamos com o 'peça rara' Thildo Gama. Este guitarista baiano, já apresentado aqui em um álbum solo, volta mais uma vez assombrando e ressuscitando seu maior trunfo, a amizade com Raul Seixas. Só mesmo embriagado ou muito louco... (amigos é pra essas coisas)

Família Castro Teixeira
balada da caridade
berimbau
canto da gente
folha de papel
vai amor
+
Danilo Horta
dilúvio
canção para gisele
joão pintor
+
Maurício Tizumba
lembrança do cativeiro
marasmo
+
Thildo Gama
raulzito e seus panteras
adeus oxum rainha
jegue da jamaica
merengue da galinha
tributo à bob marley


quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Compactos De Festivais (1968, 70, 72)

Compactos de Festivais ou festival de compactos? É, pelo jeito teremos que prolongar por mais uma semana as postagens de compactos. Está 'bombando', como diz o outro... Acho que vou fazer o seguinte, na próxima semana, colocarei intercalado às postagens tradicionais, os disquinhos, ou então irei revezando. Vamos ver...
Hoje temos aqui três compactos de três diferentes festivais de música. Como podemos ver logo acima (ou logo a baixo), temos: o III Festival Internacional da Canção Popular de 1968 trazendo Cynara & Cybele cantando "Sabiá", de Chico Buarque e Tom Jobim, música vencedora, que levou o primeiro lugar da festa. Do outro lado temos o terceiro lugar, "Andança", de Danilo Caymmi, Paulinho Tapajós e Edmundo Souto, aqui cantanda por Danilo e Vânia (Santos Leal de Carvalho, irmã de Beth Carvalho). Segue com o III Festival Universitário da Música Brasileira, de 1970. Neste temos o MPB 4 com o samba, "Amigo é pra essas coisas" de Aldir Blanc e Sílvio da Silva Jr. Do outro lado segue o Gonzaguinha com sua música "Parada obrigatória para pensar". No terceiro compacto vamos ter o VII Festival Internacional da Canção, de 1972, aqui representados por Jorge Ben e seu "Fio Maravilha" e o MPB 4 com "Viva Zapátria", dos mineiros Sirlan e Murilo Antunes. Os disquinhos desta série não chegam a ser totalmente raridades, considerando que praticamente tudo dos antigos festivais pode ser encontrados na blogosfera, mas não deixam de ser uma boa e interessante opção. Vamos conferir? ;)

andança - danilo caymmi e vânia
sabiá - cynara e cybele
+
amigos é pra essas coisas - mpb 4
parada obrigatória para pensar - luiz gonzaga jr
+
fio maravilha - jorge ben
viva zapátria - mpb 4


quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Erasmo Carlos, Bob Lin, George Freedman, Os Caçulas, Os Vips - Compactos (1967 e 68)

Bom dia! Inicialmente eu gostaria de informar que algumas postagens antigas já foram reativadas, tais como Victor Jarra, e o português Fausto. No caso de encontrarem outros vencidos, basta avisar no Comentários ou pelo e-mail toquelinkmusical@gmail.com
Dando sequência em nossas postagens de compactos, temos para hoje cinco disquinhos da fase da Jovem Guarda. Como representante do Rei, temos o Erasmo Carlos de 1967 com seu sucesso "O caderninho". Do mesmo ano temos a dupla paulista Os Vips que traz como 'carro chefe' a balada romântica de Roberto Carlos, "Faça alguma coisa pelo nosso amor". Ainda deste mesmo ano segue o cantor das versões, George Freedman e o sucesso "Something stupid" na versão criada por Gileno (da dupla Lilian & Leno) , "Coisinha estúpida". De 1968, segue outro cantor de versões, o Bob Lin com "Daydream believer", aqui chamada de "Vivo Sonhado". Para finalizar, vem o melhor de todos, Os Caçulas. Este grupo vocal era ótimo e aqui neste compacto eles trazem duas músicas que eu gosto muito e fez parte do meu repertório de favoritos. Quem nunca ouviu "A chuva que cai" ou "A matinê"? Esta última então é uma delícia. Eu não entendo porque até hoje não foi regravada por algum conjunto ou artista. A letra ficou um pouco ultrapassada, mas mesmo assim ela ainda mantém uma sonoridade moderna e cola logo no ouvido. Taí a diversão desta quarta-feira. Confiram... ;)

Erasmo Carlos
estrelinha
o caderninho

Bob Lin
tristeza de broto
vivo sonhando
bonequinha (bônus)

George Freedman
coisinha estúpida
nossa infância

Os Caçulas
a matinê
chuva que cai

Os Vips
faça alguma coisa pelo nosso amor
volte benzinho


terça-feira, 13 de outubro de 2009

Alda Perdigão, Dorinha Freitas, Martha Mendonça - Compactos

Olá amigos cultos e ocultos! Realmente o tal do compacto faz um sucesso danado e dar o maior 'ibope'. Por isso, essa semana vai ser quente ;)
Para hoje trago três disquinhos bacana, com três cantoras que embora não tenham muito a ver uma com a outra, não deixam de ter em comum o fato de serem excelentes intépretes e de terem iniciado suas carreiras nos anos 50. Como podemos ver logo acima, aqui estão: Alda Perdigão, cantora paulista de grande potencia vocal, fez muito sucesso nos anos 50 não apenas pela presença e voz, mas por estar ligada ao 'cast' de emissoras de televisão, o que lhe garantia mais popularidade. Chegou a ter um programa exclusivamente dela, de 30 minutos, na TV Cultura de São Paulo. Dorinha Freitas é outra cantora paulista. Começou a carreira em 1956, meio que por acaso ao se inscrever, sem pretensões, em um programa de calouros na TV Tupi. Tirou o primeiro lugar, foi contratada pela emissora e logo em seguida lançou seu primeiro disco. Considerada uma das melhores vozes da era final do Rádio, gravou uma dezena de discos pela RGE, Continental e Copacabana. A terceira cantora é a mineira Martha Mendonça, que também estreou nos anos 50 pela Chantecler. Cantou em casas noturnas de São Paulo. Gravou vários discos e fez muito sucesso até fora do Brasil. Casou-se com o cantor Altemar Dutra e logo abandonou a carreira, se dedicando apenas à familia. Segue assim três estilos femininos diferentes, todas de grande talento. Confiram o toque...

Alda Perdigão
desespero
primeiro beijo

Dorinha Freitas
aqui neste mesmo lugar
descendo o morro
lamento
vento vadio
você é a saudade

Martha Mendonça
canção cigana
eu mesma


segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Chico Buarque - Compactos (1967-68)

Bom dia das crianças, amigos cultos e ocultos! Já faz um tempinho que eu não promovo aqui uma semana temática. Resolvi então iniciar esta, não exatamente com um tema, mas dedicada à um tipo de disco muito comum nos anos 60 e 70, os compactos, aqueles disquinhos de 7 polegadas que traziam geralmente uma música de cada lado. Os compactos, ou 'single play' foram lançados no final dos anos 50 e era discos de 17 cm de diâmetro que tocavam em 45 rpm. No Brasil eles surgiram em 33 rpm e sua capacidade era a de até 5 minutos de cada lado. Esses disquinhos eram geralmente utilizados para difundirem as músicas de trabalho de um álbum. Era uma espécie de pré lançamento, um 'test drive' para sentir a aceitação do público. Em alguns casos eram como amostra grátis, mas no Brasil se tornaram também uma alternativa econômica para aqueles que se aventuravam no mundo fonográfico, artista em seu primeiro disco e coisas assim. A popularidade dos compactos no Brasil durou até o início dos anos 80, quando então vieram os chamados 'maxi single', discos de 12 polegadas, mudando todo o conceito e matando de vez os compactos. Mas quem, na faixa dos 40, nunca teve nas mãos (ou na vitrola) um compacto? Quem não se lembra pelo menos daqueles disquinhos coloridos de estórias infantis? Hoje, Dia da Crianças, bem que eu poderia ter iniciado com um daqueles, mas prefiro deixar os discos infantis para quem já é especialista, o Cantos & Encantos. Vou começar nossa mostra de compactos abrindo com chave de ouro e também em homenagem ao retorno do meu amigo Chris Rousseau, recém chegado do 'Velho Continente'. Para ele e também para todos vocês, estou postando dois compactos do Chico Buarque de Holanda, um de 67 e o outro de 68. Acho que não carece falar sobre o artista e suas músicas. Chico é figura notória e suas músicas também. Apenas complemento dizendo (ou escrevendo?) que os dois discos que temos aqui são mais que simples amostras de pré lançamentos. Temos o compacto simples de 1967 com a presença do MPB 4 em "Roda Viva". No de 68 o compacto é duplo, quer dizer, com duas músicas de cada lado, sendo a faixa "Sem Fantasia" com a participação da irmã, Cristina Buarque. Temos assim, seis músicas, quase um lp.

1967:
roda viva
até pensei

1968:
bom tempo
pedro pedreiro
sem fantasia
sonho de um carnaval


segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Mercedes Sosa - La Negra En Familia

Buenos dias! É com um tremendo pesar que inicio hoje a semana. Ontem, como já é sabido, faleceu La Negra, a grande cantora argentina Mercedes Sosa. Sem dúvida, uma grande perda, não apenas para a música argentina, mas também para todo o povo latino americano. Em sinal do nosso agradecimento, estou postando aqui um registro da cantora em uma apresentação ao vivo com seu irmão Cacho, seu filho Fabian e seus sobrinhos Coqui e Claudio. Essas gravações eu fui buscar em um blog argentino chamado "Los que no se consiguen". A gravação nos traz 15 músicas e tem uma boa qualidade. Para tal, eu criei uma capa e contracapa, dando uma melhor identidade a este registro, que agora se faz histórico. Viva em nossos corações Mercedes Sosa!

si llega a ser tucumana
pescadores de mi rio
la soledad
serenatero de bombos
de fiesta en fiesta
la tucumanita
la plañidera
camino a quimili
zamba de los humildes
la estrella azul
zamba a monteros
el pais de las manzanas
el cosechero
puente de los suspiros
corazon vagabundo