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segunda-feira, 18 de junho de 2012

Sílvio Caldas - Seleção Grand Record Brazil - Vol. 26 (2012)


Nesta vigésima-sexta edição, o Grand Record Brazil começa a nos trazer alguns dos momentos mais expressivos de um cantor e compositor que marcou época: Sílvio Narciso de Figueiredo Caldas, o sempre festejado “caboclinho querido”, também carinhosamente chamado de “titio”. Era carioca do bairro de São Cristóvão, onde veio ao mundo no dia 23 de fevereiro de 1906, mas só seria registrado em 1908, segundo ele próprio declarou ao pesquisador, de saudosa memória, Abel Cardoso Júnior. Seu pai, Antônio (autor da valsa “Neusa”, hit de Orlando Silva), era dono de uma pequena loja de instrumentos musicais, e sua mãe, a gaúcha Dona Neném, era afamada modista. Nosso Sílvio foi um talento precoce, pois já com cinco anos de idade apresentou-se no Teatro Fênix, sendo presença requisitada também nas festas e nos clubes de São Cristóvão. No carnaval, era saudado como “o rouxinol” do bloco Família Ideal. Embora macérrimo, foi o primeiro Rei Momo do carnaval carioca! Após deixar  o grupo escolar, trabalhou como mecânico de automóveis na Garagem Esperança, nessa condição transferindo-se para São Paulo em 1924. Mas não esqueceu o violão. Quando volta ao seu Rio natal, atraído pelo desenvolvimento por que então passavam o rádio e o disco, Sílvio resolve entrar pra valer na carreira artística, e é levado pelo cantor de tangos Milonguita (Antônio Gomes) para cantar na Rádio Mayrink Veiga. No disco, iniciou-se em fevereiro de 1930 na Victor, alternando gravações nessa marca e na Brunswick, até ficar apenas na Victor, em virtude do fechamento da Brunswick. A princípio, Sílvio cantava basicamente marchinhas e sambas, e seu talento seresteiro iria se revelar a partir de 1934, através de sua importantíssima parceria com Orestes Barbosa, que produziu clássicos inesquecíveis, tais como “Serenata”, “Chão de estrelas” e “Suburbana”. Um dos maiores defensores da MPB, Sílvio Caldas jamais deixava de enfatizar a necessidade de sua preservação, e até preconizava a inclusão de seu ensino nas escolas. Nos últimos anos de vida, residiu em um sítio na cidade de Atibaia, interior de São Paulo, onde morreu no dia 3 de fevereiro de 1998.
Nesta nossa primeira edição do GRB com o grande Sílvio Caldas, oferecemos a nossos amigos cultos, ocultos e associados doze preciosíssimas gravações. Abrindo esta seleção, esta joia de valsa, de autoria de Newton Teixeira e Jorge Fáraj, a clássica “Deusa da minha rua”, imortalizada por Sílvio na Victor em 10 de julho de 1939, matriz 33118, e editada em setembro seguinte com o número 34485-A. Muitíssimo gravada, até mesmo por Roberto Carlos. A segunda faixa também é muito conhecida e regravada: o samba (ou choro) “Da cor do pecado”, principal produto da inspiração do carioca Alberto de Castro Simões da Silva, o Bororó (1898-1986). Vem a ser o lado B da faixa anterior, porém gravado quatro dias antes, a 6 de julho de 1939, matriz 33110. Logo depois, da fase de Sílvio na Continental, trazemos o choro “Pastora dos olhos castanhos”, do violonista Horondino Silva, o Dino Sete Cordas, com letra de Alberto Ribeiro, e acompanhamento do regional do clarinetista potiguar (de Taipu) K-Ximbinho (Sebastião de Barros, 1917-1980). Gravação de 5 de agosto de 1946, porém só lançada em julho de 47 com o número 15786-B, matriz 1565. Trazemos também o lado A, que é o samba “Não chores assim”, do próprio Sílvio Caldas mais Alberto Ribeiro, em gravação de 28 de agosto de 46, matriz 1585, e desta vez quem acompanha Sílvio é o regional do violonista Laurindo de Almeida (Miracatu, SP, 1917-Los Angeles, EUA, 1995), que desenvolveu bem-sucedida e premiada carreira nos EUA. Voltando à Victor, um disco com duas regravações, o de número 34496, lançado em outubro de 1939. No lado A, um nome que começa na palma da mão de todo mundo: o samba-canção “Maria”, dos mestres Ary Barroso e Luiz Peixoto, originalmente registrado pelo próprio Sílvio em 1932 e aqui em regravação de 10 de julho de 1939, matriz 33119. O outro lado, gravado em 6 de julho desse ano, matriz 33115, é outro clássico de Ary, e também samba-canção, agora com letra de outro mestre, Lamartine Babo: “No rancho fundo”, originalmente lançado em 1931 por Elisa Coelho e regravado até mesmo por Chitãozinho e Xororó! A preciosidade seguinte é o samba “Algodão”, de Custódio Mesquita com letra do jornalista David Nasser, também parceiro de Francisco Alves em inúmeros hits. Aludindo ao sofrimento dos negros à época da escravidão no Brasil, foi imortalizado por Sílvio na Victor em 7 de junho de 1944 com lançamento em agosto seguinte, disco 80-0200-A, matriz S-052972. No lado B, que apresentamos em seguida, matriz S-052973, “Noturno em tempo de samba”, também de Custódio Mesquita, agora com seu parceiro mais constante, Evaldo Ruy. Em ambas as faixas, Sílvio é acompanhado pela orquestra do próprio Custódio. Recuando no tempo, encontraremos outro clássico da valsa tupiniquim, “Sorris da minha dor”, do niteroiense Paulo Medeiros, compositor e professor falecido prematuramente, aos 30 anos de idade, em 1941. Gravação Victor de 18 de agosto de 1938, lançada em outubro seguinte, disco 34367-B, matriz 80872, do qual apresentamos em seguida o lado A, do mesmo autor, matriz 80871, a valsa-canção “Falsa felicidade”. Encerrando esta primeira parte, duas composições de Joubert de Carvalho, lançadas em outubro de 1946 pela Continental no mesmo disco, o de número 15712, gravado em 2 de agosto desse ano: a conhecida canção “Minha casa”, matriz 1563, clássico regravado aos cachos, até mesmo por Agnaldo Timóteo, e a valsa “Nunca soubeste amar”, matriz 1564. Vocês não acham que está muito bom pra começar uma retrospectiva do grande Sílvio Caldas? Então recordem, apreciem e aguardem, que na semana que vem tem mais. Até lá!

* TEXTO DE SAMUEL MACHADO FILHO.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Vocalistas Tropicais - Vol. 3 - Seleção 78 RPM Do Toque Musical (2012)


E eis aqui a terceira edição (no geral, a de número 25) que o meu, o seu, o nosso Grand Record Brazil dedica a este grande conjunto vocal-instrumental que foram os Vocalistas Tropicais. Mais doze fonogramas raros que certamente irão parar nos arquivos de muitos colecionadores. Continuando nossa retrospectiva, ainda com originais Odeon, abrimos esta terceira parte com o samba “Como é que vai ser?”, de Marino Pinto e Mário Rossi, dupla respeitável da MPB, gravado em 3 de setembro de 1948 com lançamento em novembro seguinte sob número 12883-B, matriz 8410 (o outro lado de “Ester”, de nossa edição anterior). Em seguida, uma versão bastante conhecida: “Trevo de quatro folhas (I'm looking over a four leaf clover)”, de Harry Woods e Mort Dixon, fox composto em 1927 e sucesso na voz de Al Jolson, cantor americano que costumava pintar o rosto de preto, interpretado por Larry Parks em dois filmes da Columbia: “Sonhos dourados” e “O trovador inolvidável”, sendo a música reapresentada neste último. Nilo Sérgio fez a letra brasileira e a gravou na Continental em 1949, com grande sucesso. Logo em seguida, em 13 de maio desse ano, os Vocalistas Tropicais fizeram nosso registro desta edição, lançado pela “marca do templo” em julho seguinte com o número 12934-A, matriz 8493. No verso, matriz 8492, a faixa seguinte, “Irmão do samba”, de Nestor de Holanda (também escritor e jornalista, pernambucano de Vitória de Santo Antão) e Jorge Tavares. Eles também foram parceiros, vale ressaltar, no samba-canção “Quem foi?”, gravado por Aracy de Almeida exatamente com os Vocalistas Tropicais junto. A quarta faixa, que até eu queria ter na coleção, é o samba “A maior Maria”, de Waldemar Ressurreição e Gerôncio Cardoso, lado B do disco de “Minha terra”, de nossa edição anterior, o Odeon 12952, gravado em primeiro de agosto de 1949 e lançado em outubro seguinte, matriz 8540. Temos depois outro samba, agora para o carnaval de 1950: “Supremo poder”, de Fernando Martins e Victor Simon (este último autor dos clássicos “Bom dia, café” e “O vagabundo”), gravado pelos Vocalistas em 4 de novembro de 1949 e lançado um mês antes da folia, em janeiro, com o número 12979-B, matriz 8580 (é o verso de “Ela é falsa”, de nossa edição anterior). A faixa seguinte é o maracatu “Maracatucá”, de Geraldo Medeiros e Jorge Tavares. É o lado B do disco em que saiu a versão “Bebê (Baby face)”, apresentada em nossa edição anterior, o Odeon 12989, gravado em 16 de dezembro de 1949 e lançado bem depois do carnaval de 50, em março, matriz 8608. Depois tem o samba “Não devemos mais brigar”, do cantor Gilberto Milfont em parceria com Mílton de Oliveira, lado B do disco de outra faixa de nossa edição anterior, “Ilha dos amores”, o Odeon 13005, gravado em 13 de junho de 1949 mas só lançado em março de 50, matriz 8519. Continuando a completar os discos de nossa edição anterior, vem o samba “Trinta dinheiro” (assim mesmo, sem “s”!), também de Waldemar Ressurreição, agora em parceria com Amaro Gonçalves. É o lado B do 78 de “Diamante Negro”, o Odeon 13024, gravado em 20 de março de 1950 e lançado em julho seguinte, matriz 8656. Em seguida completamos o 78 de “Desculpa”, o Odeon 13042, apresentando o lado A, “Quem é que não sente?”, samba assinado pelo mestre Ataulfo Alves. Gravação de 3 de julho de 1950, lançada em setembro seguinte, matriz 8718. A próxima faixa é simplesmente um clássico de nosso cancioneiro carnavalesco: a famosa marchinha “Tomara que chova”, de Paquito e Romeu Gentil, da folia de 1951. Foi criada pelos Vocalistas Tropicais na Odeon em 6 de setembro de 1950, com lançamento ainda em dezembro sob número 13066-A, matriz 8792 (como se sabe, Emilinha Borba fez outro registro desta composição na Continental, também com sucesso, e  a cantou no filme “Aviso aos navegantes”, da Atlântida). Apresentamos também o lado B de “Tomara que chova”, o samba “Já é noite”, de Fernando Lobo, Paulo Soledade e Nestor de Holanda, gravado dias depois, em 12 de outubro de 1950, matriz 8823. E, para encerrar esta terceira parte, completamos o disco da “Marcha da vizinhança” (de nossa edição anterior), o Odeon 13081, oferecendo o lado B, outra composição de Waldemar Ressurreição: o samba “Mulher de carnaval”, gravação de 12 de outubro de 1950, lançada em janeiro de 51, matriz 8822, e obviamente também destinada à folia daquele ano. Como vêem os amigos cultos e ocultos do Toque Musical e do GRB, mais doze preciosas gravações dos Vocalistas Tropicais, para enriquecer os acervos de tantos quantos apreciem a boa música brasileira. Imperdível! 

*TEXTO DE SAMUEL MACHADO FILHO

sábado, 9 de junho de 2012

Jóia 25 - Seleção Instrumental Do Toque Musical (2012)


Boa noite, amigos cultos, ocultos e associados de plantão! Pensei que meu feriadão fosse ser mais tranquilo e folgado. Qual nada! Compromisso atrás de compromisso. Mal tive tempo para entrar aqui no blog e fazer uma postagem descente. Embora tenha sido na base do 'arrastão', esta vai ser uma coletânea muito boa. Escolhi aqui alguns números instrumentais que eu acho ótimos, feitos para se ouvir em alto e bom som. Música de qualidade para quem sabe apreciar. Uma ótima seleção para se ouvir no carro, em casa e numa boa caminhada ou de bicicleta. Amanhã, já estarei ouvido no meu iPod, com certeza! E vocês, querem ouvir também?

tem dó - rio 65 trio
rio - roberto menescal e seu conjunto
insensatez - eumir deodato
o morro não tem vez - joão donato e seu trio
nanã - sergio mendes and bossa rio
reza - tamba trio
você e eu - roberto menescal e seu conjunto
tristeza de nós dois - tamba trio
diz que fui por aí - dom um romão
samba de verão - meirelles e os copa 5
coisa n. 2 - moacir santos
só danço samba - joão donato
vivo sonhando - walter wanderley
preciso aprender a ser só - tom jobim
samba de uma nota só - baden powell e jimmy pratt
manhã de carnaval -  rio 65 trio
samba carioca - meirelles e os copa 5
chegança - luiz eça
consolação - tenório junior e seu conjunto
berimbau - tom jobim
zimbo samba - zimbo trio
samba em blue - sansa trio
margarida - som três
samadhi - tenório junior
jungle - som três

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Vocalistas Tropicais - Seleção 78 RPM Do Toque Musical Vol. 24 (2012)


E aqui está a vigésima-quarta edição do meu, do seu, do nosso Grand Record Brazil, apresentando a segunda parte da antologia dedicada aos Vocalistas Tropicais, de cuja trajetória e carreira vocês já tomaram conhecimento na edição anterior. Começando a seleção desta semana, ainda pela Odeon, temos o samba “Ester”, de Haroldo Lobo e Mílton de Oliveira, gravação de 3 de setembro de 1948, lançada em novembro seguinte com o número 12883-A, matriz 8409, certamente visando ao carnaval de 1949, considerado pelos estudiosos um dos mais ricos em matéria de produção musical, e foi mesmo. Vem também a ser o caso do samba “Não vou dizer”, de João Corrêa da Silva e Walter de Oliveira, gravado na “marca do templo” em 21 de outubro de 1948 e lançado bem em cima da folia, em janeiro de 49, com o número 12893-B, matriz 8426, apresentando no lado A o hit “Jacarepaguá”, marchinha de Paquito, Romeu Gentil e Marino Pinto que já revivemos anteriormente nesta série. Temos em seguida o balanceio “Maricota é a tal”, composto por Aleardo Freitas e Danúbio, em gravação de 16 de dezembro de 1948, e prudentemente lançado em março de 49 com o número 12925-B, matriz 8469. Logo depois, uma regravação: a da canção “Minha terra”, de autoria do paraense Waldemar Henrique, nascido (1905) e falecido (1995) na capital do Pará, Belém. Originalmente esta música, composta por Waldemar na plenitude de seus 17 anos de idade, foi gravada em 1935 pelo cantor Jorge Fernandes, também na Odeon. Em 1946, novo registro, na voz do Rei Francisco Alves e, finalmente, este aqui, com os Vocalistas Tropicais, datado de primeiro de agosto de 1949 e lançado em outubro seguinte com o número 12952-A, matriz 8540. E tem mais música de carnaval, com o disco 12963-A, gravado em 30 de setembro de 1949 e lançado ainda em dezembro, visando, claro, à folia de 1950. No lado A, matriz 8561, um megahit, a marchinha “Daqui não saio”, de uma dupla colecionadora de êxitos carnavalescos, Paquito e Romeu Gentil, retratando o problema da moradia, já grave naquela época, quer dizer, mais atual impossível! No verso, matriz 8562, o samba “Remorso”, de Arnõ Canegal e Amaro do Espírito Santo. Também de Paquito e Romeu Gentil e para o mesmo carnaval é o samba “Ela é falsa”, gravado pelos Tropicais em 4 de novembro de 1949 com lançamento em janeiro de 50 sob número 12979-A, matriz 8579. A faixa seguinte é “Bebê”, versão do especialista Haroldo Barbosa para o fox “Baby face”, dos americanos Harry Akst e Benny Davis, composto em 1926 e lançado nesse mesmo ano pelo bandleader Jan Garber, sendo depois registrado por inúmeros outros artistas, entre eles Al Jolson e Bobby Darin. Os Vocalistas Tropicais gravaram esta versão na Odeon em 16 de dezembro de 1949, com lançamento em março de 50, disco 12989-A, matriz 8607 (o curioso é que há uma outra versão, de Fred Jorge, gravada em 1961 por Elis Regina em seu primeiro LP, “Viva a brotolândia”). A faixa seguinte, “Ilha dos amores”, samba de Waldemar Silva e Marino Pinto, foi gravada em 13 de junho de 1949, mas a Odeon a pôs na “geladeira” por quase um ano, sendo lançada somente em maio de 1950 com o número 13005-A, matriz 8518. Leônidas da Silva (Rio de Janeiro, 1913-Cotia, SP, 2004), um dos maiores jogadores de futebol de seu tempo, artilheiro da Copa do Mundo de 1938 (7 gols) e criador da pirueta conhecida como “bicicleta”, é homenageado em seguida com o samba de Marino Pinto e David Nasser muito apropriadamente intitulado “Diamante Negro”, apelido dado pelo jornalista francês Raymond Thourmagem, da revista “Paris Match”, que também deu a Leônidas o apelido de “homem-borracha”, por sua elasticidade (em sua homenagem, a Lacta lançou o chocolate Diamante Negro, que existe até hoje). Gravação Odeon de 20 de março de 1950, lançada em julho seguinte com o número 13024-A, matriz 8655. Em seguida, o samba “Desculpa”, de Waldemar Gomes, gravação de 3 de julho de 1950, lançada em setembro seguinte, disco 13042-B, matriz 8719. E encerramos esta segunda parte no maior alto astral, com a “Marcha da vizinhança”, dos então “hitmakers” carnavalescos Paquito e Romeu Gentil,visando à folia de 1951, lançada em janeiro desse ano com o número 13081-A, e gravada ainda em 6 de setembro de 50, matriz 8791 (nessa época eles também lançaram o clássico “Tomara que chova”, da mesma dupla, já revivido anteriormente em nossa série). Como os leitores-ouvintes já perceberam, todas estas gravações saíram pela Odeon, onde os Vocalistas Tropicais ficariam até 1954, quando se transferiram para a Continental. Assim, o GRB apresentou, somando-se estas duas partes, 23 fonogramas do grupo vocal nordestino para a “marca do templo”, além de “Jacarepaguá” e “Tomara que chova”, já anteriormente apresentadas, perfazendo um total de 25 gravações deles no nosso GRB. Creio que em, todos eles, está o que existe de mais representativo e histórico dos Vocalistas Tropicais na Odeon. Ouça e recorde com carinho!

*TEXTO DE SAMUEL MACHADO FILHO